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Magnésio Dimalato

Os benefícios do Magnésio
Dimalato
para o corpo humano

O Magnésio Dimalato é, sem dúvida alguma, o mineral essencial à vida!
Clique nas partes do corpo humano e descubra os benefícios do Magnésio Dimalato para a sua saúde.

Corpo humano
Cérebro e nervos

Cérebro e nervos

O magnésio é responsável por desenvolver nosso cérebro e nossas habilidades, inteligência e memória. Além disso, ele também protege e cria novas células cerebrais. A deficiência de magnésio pode levar à doenças mentais e cerebrais como depressão, ansiedade, irritabilidade e agressão,

TDAH, insônia, enxaqueca e abuso drogas.

O cérebro precisa de magnésio para a sua manutenção,

É importante destacar a relevância do magnésio na proteção das células cerebrais e nervosas contra danos oxidativos e inflamações. O magnésio impede o acúmulo de ferro nas células por ser necessário na criação de uma enzima (ceruloplasmina) que faz o transporte do ferro para o sangue. Por conta do seu papel na produção de ATP e glutationa, é correto dizer que o magnésio também pode combater inflamações.

A creatina, essencial para a saúde dos nervos, músculos e cérebro por aumentar o desempenho cognitivo, também necessita de magnésio e se torna ineficiente com baixos níveis do mineral, podendo levar até mesmo à doenças como o Alzheimer.

O magnésio facilita a sinalização nervosa e protege as células nervosas. A deficiência de magnésio pode levar à doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer, Parkinson e esclerose múltipla.

Glândula salivares

Glândulas salivares

As glândulas salivares, assim como todos os órgãos, precisam de magnésio para sua energia, função e manutenção. A importância do magnésio para a função salivar é ressaltada quando percebemos que a saliva desempenha um papel na higiene bucal, na cicatrização de feridas e na melhoria da função e da saúde de outras áreas digestivas.

Além disso, como os rins ou as artérias, as glândulas salivares também podem sofrer de calcificação, uma condição chamada de sialolitíase. Levando em conta seu potencial na regulação do cálcio e na função salivar como um todo, pode-se dizer que o magnésio ajuda na prevenção da sialolitíase.

Pulmão

Pulmões

O magnésio e o cálcio desempenham múltiplos papéis dinâmicos na estrutura e função pulmonar. O contraste entre os dois é importante para o paciente com problemas respiratórios porque o excesso de cálcio causa contração brônquica dos músculos lisos. Deste modo, como o magnésio regula o cálcio, existe a possibilidade de que a deficiência do mineral contribua para complicações pulmonares. Além disso, o mineral também é um grande aliado no tratamento de asma, alergias e hipertensão pulmonar.

Coração

Coração

Para cumprir sua função, o coração exige muita energia, ou seja, muitas moléculas de energia (ATP). Os seres humanos não podem fazer ATP sem magnésio, pois ele participa de diversos processos necessários para a sua produção.

Uma análise recente de mais de 313.041 pessoas determinou que o baixo teor de magnésio em nosso corpo e dieta significa aumento do risco de doença cardíaca. Isso porque a maior concentração de magnésio encontra-se no ventrículo esquerdo do coração, o responsável por bombear sangue para a maior parte do corpo.

É comprovado que o magnésio reduz a inflamação e os radicais livres no tecido cardíaco e ventrículos, bem como também preserva sua função durante o estresse agudo. Além disso, o mineral previne arritmias, taquicardias e doenças coronárias.

O magnésio é vital para o funcionamento do coração. Sua escassez pode contribuir para a incapacidade de regular a acidez do coração, pois atua na enzima reguladora do pH cardíaco. O mineral ainda regula o marcapasso do coração, mantendo seu ritmo e garantindo que suas funções estejam sendo executadas.

Vale destacar que, em contraste com o potencial contrativo do cálcio, o magnésio é responsável por relaxar o coração durante as contrações. Entretanto, caso haja um desequilíbrio entre esses dois e o cálcio esteja em maior teor, o relaxamento não acontece. Isso pode resultar em um infarto do miocárdio. Sendo assim, sua suplementação é fundamental para prevenir ataques cardíacos.

O mineral é essencial para a elasticidade das veias, artérias e coração por conta do seu papel na síntese de proteínas. Em suma, o magnésio proporciona musculatura, durabilidade e elasticidade aos componentes do coração. Além disso, por ser oposto ao cálcio, o magnésio impede a calcificação da artéria, prevenindo a aterosclerose.

Pele

Pele

Por seu efeitos anti-inflamatório, o magnésio ajuda a prevenir e combater a acne, inflamações, estresse oxidativo, envelhecimento precoce... A firmeza e elasticidade da pele também dependem do mineral, uma vez que o magnésio participa da produção de colágeno e elastina através da síntese protéica. Além disso, ainda faz com que a vitamina D mantenha a pele saudável.

Estômago

Estômago

Todo o processo da digestão é dependente do magnésio para ocorrer. Desde a mastigação, que usa magnésio para mexer os músculos da mandíbula até o fim do processo, o magnésio está intimamente envolvido. Assim como nossas glândulas salivares, as células do estômago precisam de magnésio para os componentes mecânicos e químicos da digestão. O aspecto mecânico envolve o agitação dos músculos do estômago para quebrar os pedaços de comida em pedaços menores. A contração, o relaxamento e a ativação desses músculos, além da fabricação de ácido estomacal pelas células parietais do estômago, todos essas etapas requerem magnésio.

O ácido málico também é eficiente na proteção do sistema digestivo, pois ele é um composto orgânico muito importante na produção da pepsina, enzima responsável pela digestão dos alimentos no estômago. A ingestão de ácido málico em quantidade adequada fornece o hidrogênio necessário para desencadear a liberação da pepsina, favorecendo assim o processo de digestão.

Assim como outros órgãos, o magnésio protege os órgãos digestivos de inflamações, estresse oxidativo e calcificação. Além disso também ajuda a combater azia e refluxo gastroesofágico.

O ácido do estômago é a primeira linha de defesa contra o crescimento excessivo bacteriano e não podemos produzir a ácido sem magnésio.

Pâncreas

Pâncreas

Além de contribuir para a fabricação de enzimas que ajudam na digestão, o magnésio também é necessário para a saúde geral do pâncreas. A suplementação correta do mineral reduz significativamente os efeitos da pancreatite e ainda pode atuar como medida preventiva primária contra o câncer de pâncreas.

Os receptores de insulina e a produção de energia necessitam de magnésio. Isso explica porque distúrbios metabólicos como diabetes (cujo principal problema é a baixa produção de energia celular) estão associados à baixa ingestão de magnésio. Inclusive, estudos recentes revelam que o magnésio melhora a sensibilidade das células à insulina e o controle glicêmico e, principalmente, reduz o risco de a diabetes do tipo II ser desenvolvida.

Como a insulina é responsável por levar o magnésio até a célula, um equilíbrio entre os dois é necessário. O magnésio e a insulina precisam um do outro e nós precisamos dos dois.

Rins

Rins

Níveis adequados de magnésio garantem o bom funcionamento dos rins e dissolvem o cálcio no sangue, impedindo que as pedras nos rins se formem.

Intestino

Intestino

Com o decorrer da digestão, as gorduras, as cadeias de aminoácidos e as de glicose passam do estômago para o intestino. A produção do pâncreas dessas enzimas digestivas requer magnésio, e sem elas, nosso intestino é incapaz de absorver a maior parte dos nutrientes de nossos alimentos.

Por conta disso e em função de seu potencial laxativo, o mineral pode evitar problemas intestinais como constipação, inflamações e SIBO. Em outras palavras, o magnésio é central para a constante renovação de nossas células intestinais e, portanto, a saúde geral, função e vida útil do nosso intestino.

Ossos

Ossos

O magnésio é essencial para a saúde óssea por regular o cálcio e sua absorção. Além disso, como 60% do magnésio encontra-se nos ossos, os níveis inadequados do mineral podem causar osteoporose, fraturas, ossos frágeis, bem como órgãos calcificados, o que pode resultar desde problemas mais simples como as cãibras até sérias condições como doenças coronárias e pedras nos rins. Sem ele, a formação e o reparo dos ossos são impossíveis de acontecer.

Portanto, pode-se dizer que o cálcio é responsável por enrijecer e o magnésio por relaxar. Por seus papéis inversos, tanto para que os ossos quanto para os músculos e órgãos estejam saudáveis, é necessário haver um equilíbrio entre ambos.

Músculos

Músculos

A conversão de gorduras e carboidratos em combustível muscular, a ativação muscular, a contração e o relaxamento muscular, bem como o sistema de creatina em todos os nervos e músculos são dependentes de magnésio.

Vale lembrar que quando o cálcio não é bem absorvido (muitas vezes, por conta da escassez de magnésio), ele não é distribuído corretamente e acaba se acumulando em órgãos e tecidos. Do acúmulo de cálcio nos músculos, surgem as cãibras. O magnésio, por contrastar com o potencial enrijecedor do cálcio, relaxa os músculos para que eles voltem à sua forma original e esperem a próxima contração, impedindo as cãibras de ocorrerem. Por conta deste relaxamento, atletas e praticantes de atividades físicas são adeptos da suplementação de magnésio por amenizar as dores pós-treino, auxiliar a recuperação das fibras lesionadas e aumentar a flexibilidade muscular.

Além disso, magnésio dimalato consiste de um átomo de magnésio ligado ao ácido málico. O ácido málico é um nutriente essencial para o metabolismo da energia humana e a desintoxicação de alumínio. Isto, juntamente com seus efeitos de redução da dor relatados, ajuda a explicar os resultados preliminares do Texas Health Science Center mostrando os efeitos benéficos do magnésio dimalato em pacientes com Fibromialgia, uma condição caracterizada por baixos níveis de energia e alta sensibilidade à dor. O mineral também é eficiente no combate a fadiga crônica.

Articulações

Articulações

Por ser de suma importância na absorção correta do cálcio, o magnésio distribui melhor o cálcio no organismo, impedindo a calcificação das articulações.